Semana passada, ouvi a oftalmologista dizer que eu era daltônico. Já passei por isso inúmeras vezes, sobretudo nos exames médicos anuais. Depois dessa constatação, todos perguntam se eu consigo ver os sinais de trânsito, como tirei habilitação, etc. Em grande parte gente mala, é importante dizer.
Como sempre, eu disse em alto e bom som que não era daltônico, que conseguia separar as cores mas o tal Teste de Ishihara me acusa de ter isso. Não gostei de ser daltônico, a verdade é essa. E para provar minha saúde visual fiz uma aposta com a doutora:
- Se sou daltônico, vamos fazer o seguinte. A senhora bota uma nota de cem e eu uma de dez, a que eu acertar é minha.
Logicamente ela não aceitou e eu não ganhei meus R$100,00 por ser "daltônico". Moral da história, nem a Dra. acredita no exame que aplicou em mim.
Esse Ishihara inventou um teste de caráter duvidável com bolinhas coloridas as quais, teoricamente, formam números, e a partir daí definiu quem é ou não daltônico. Não tive tempo de avaliar a abordagem científica desse teste, contudo, em minha visão leiga, tenho sérios questionamentos a respeito de sua efetividade. Das vezes que me mostraram os cartões nem os oftalmologistas conseguiam dizer bem se era número, letra ou outra figura.
De toda maneira não tem muita importância, de posse de minha mais nova moléstia visual, além da miopia e do astigmatismo, fui em busca de minha aposentadoria. Olhei no site do INSS, no Google e consultei algumas figuras (com larga experiência em burlar regras) na tentativa de conseguir aposentadoria precoce, porém para minha infelicidade daltonismo não induz P.N. Reza a lenda que para certos concursos públicos a disfunção pode dar até eliminação no exame médico (concurso pra guarda de trânsito, por certo).
Em resumo, depois de muito pensar as eventuais vantagens de ser daltônico, cheguei à feliz conclusão que as meninas adoram daltônicos, ou pelo menos não se queixam, o que por si já é meia vantagem.
Por fim, sugiro que você, leitor, visite o link abaixo:Como sempre, eu disse em alto e bom som que não era daltônico, que conseguia separar as cores mas o tal Teste de Ishihara me acusa de ter isso. Não gostei de ser daltônico, a verdade é essa. E para provar minha saúde visual fiz uma aposta com a doutora:
- Se sou daltônico, vamos fazer o seguinte. A senhora bota uma nota de cem e eu uma de dez, a que eu acertar é minha.
Logicamente ela não aceitou e eu não ganhei meus R$100,00 por ser "daltônico". Moral da história, nem a Dra. acredita no exame que aplicou em mim.
Esse Ishihara inventou um teste de caráter duvidável com bolinhas coloridas as quais, teoricamente, formam números, e a partir daí definiu quem é ou não daltônico. Não tive tempo de avaliar a abordagem científica desse teste, contudo, em minha visão leiga, tenho sérios questionamentos a respeito de sua efetividade. Das vezes que me mostraram os cartões nem os oftalmologistas conseguiam dizer bem se era número, letra ou outra figura.
De toda maneira não tem muita importância, de posse de minha mais nova moléstia visual, além da miopia e do astigmatismo, fui em busca de minha aposentadoria. Olhei no site do INSS, no Google e consultei algumas figuras (com larga experiência em burlar regras) na tentativa de conseguir aposentadoria precoce, porém para minha infelicidade daltonismo não induz P.N. Reza a lenda que para certos concursos públicos a disfunção pode dar até eliminação no exame médico (concurso pra guarda de trânsito, por certo).
Em resumo, depois de muito pensar as eventuais vantagens de ser daltônico, cheguei à feliz conclusão que as meninas adoram daltônicos, ou pelo menos não se queixam, o que por si já é meia vantagem.
Espero que também tenha dificuldade em ver cores, afinal é chato ser "daltônico" sozinho.
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Now playing: Dire Straits - What It Is
via FoxyTunes
1 comment:
Fiz o teste e passei com louvor... não sou daltônica hehehehe bjo da irmã!
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