Ter casa é um bom negócio. A princípio não me refiro às quatro paredes, alugadas ou próprias. A verdade é que esses tempos percebi que viver pra lá e pra cá é tão interessante quanto parece... Nesse período pude perceber duas coisas: posso viver com muito menos itens e que casa nas costas é coisa de caramujo.
Primeiramente falando da diminuição de itens, imagine só resumir tudo que se veste, calça e usa para higiene pessoal em 23kg... Para fins de comparação, segundo a Procter & Gamble um jeans pesa 700g, um par de meias e uma cueca 50g cada e, com alguma imaginação, um suéter 350. Raciocínios matemáticos à parte, já se vê que não é tarefa simples resumir sua vestimenta em meia saca de café. Todo esse papo de roupa me faz lembrar minha ida à Patagônia (assunto já tratado logo abaixo) onde toda minha bagagem pesava 12kg, porém não é bom nem lembrar a quantidade, o estado e a freqüência com a qual eu mudava de roupa, a exceção das íntimas, naturalmente. Voltando ao tema de diminuir itens, tudo que eu deixei em casa talvez vestiria umas três outras pessoas. Coisas que até então eram tidas como essenciais para mim, porém hoje, pela necessidade ou opção, não me fazem a mínima falta.
A respeito dos moluscos gastrópodes, eles são meu último objeto de admiração. Às vezes viajo tornando coisas corriqueiras em descobertas super interessantes e o fato de imaginá-los com tanta mobilidade me inspira a copiar os pequenos animais e aprender com eles a livrar-me do que não é essencial à minha existência e permanência terrena.
Concluindo, caso tenha despertado curiosidade, meu aparato na ida à Argentina se resumia à 2 calças, 1 bermuda, 7 camisas, 7 cuecas, 7 pares de meia, 1 casaco, 1 gorro, 1 par de tênis e 1 de sandálias. Experiência interessante. Segudo a Procter & Gamble e a Aerolineas Argentinas, isso dá mais ou menos 12kg fora o peso da mochila. Vale a pena tentar, sobretudo para minhas infrequentes leitoras, em sua maioria frescas, que desmobilizam sem muita dificuldade 30kg de roupas para se enfeitar rumo à faculdade...
Brincadeiras a parte, espero voltar a escrever com uma freqüência maior que bimestralmente nesse blog de idas e vindas... Instável como o mundo, instável como o balanço do pra lá e pra cá.
Primeiramente falando da diminuição de itens, imagine só resumir tudo que se veste, calça e usa para higiene pessoal em 23kg... Para fins de comparação, segundo a Procter & Gamble um jeans pesa 700g, um par de meias e uma cueca 50g cada e, com alguma imaginação, um suéter 350. Raciocínios matemáticos à parte, já se vê que não é tarefa simples resumir sua vestimenta em meia saca de café. Todo esse papo de roupa me faz lembrar minha ida à Patagônia (assunto já tratado logo abaixo) onde toda minha bagagem pesava 12kg, porém não é bom nem lembrar a quantidade, o estado e a freqüência com a qual eu mudava de roupa, a exceção das íntimas, naturalmente. Voltando ao tema de diminuir itens, tudo que eu deixei em casa talvez vestiria umas três outras pessoas. Coisas que até então eram tidas como essenciais para mim, porém hoje, pela necessidade ou opção, não me fazem a mínima falta.
A respeito dos moluscos gastrópodes, eles são meu último objeto de admiração. Às vezes viajo tornando coisas corriqueiras em descobertas super interessantes e o fato de imaginá-los com tanta mobilidade me inspira a copiar os pequenos animais e aprender com eles a livrar-me do que não é essencial à minha existência e permanência terrena.
Concluindo, caso tenha despertado curiosidade, meu aparato na ida à Argentina se resumia à 2 calças, 1 bermuda, 7 camisas, 7 cuecas, 7 pares de meia, 1 casaco, 1 gorro, 1 par de tênis e 1 de sandálias. Experiência interessante. Segudo a Procter & Gamble e a Aerolineas Argentinas, isso dá mais ou menos 12kg fora o peso da mochila. Vale a pena tentar, sobretudo para minhas infrequentes leitoras, em sua maioria frescas, que desmobilizam sem muita dificuldade 30kg de roupas para se enfeitar rumo à faculdade...
Brincadeiras a parte, espero voltar a escrever com uma freqüência maior que bimestralmente nesse blog de idas e vindas... Instável como o mundo, instável como o balanço do pra lá e pra cá.