(Continuação da Série Férias, sugiro ler desde o "Férias I - Introdução").
A chegada à Arequipa foi reconfortante e tranqüila. O reconfortante foi primeiramente por saber que estaria em um dos pontos altos do turismo no Peru e, depois, por ter passado umas das experiências mais friorentas da minha vida até então: viagem noturna em ônibus pelos Andes.
Acreditei na propaganda que dizia "Coches con calefacción" (ônibus com aquecimento) e me dei muito mal. Saindo de Puno às 22h para uma viagem de 6h onde fatalmente iríamos enfrentar a congelante madrugada do altiplano peruano mas em um ônibus com aquecimento. Na teoria. Deixei meus casacos pesados no porão e subi com um abrigo leve. Após meia-noite, o frio baixou de vez e graças a Deus uma senhora vestida tipicamente (e muita gente anda assim sempre, como falei) cedeu parte do seu fétido porém aconchegante cobertor. Foi a minha salvação.
Mas falando em Arequipa, ela foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. O que isso quer dizer? A fim de exemplo, o Pelourinho, Ouro Preto, Brasília e Olinda, dentre outros, levam o mesmo título. Fazendo jus à reputação, ela tem um centro histórico bem organizado, limpo e seguro. Seria a minha sugestão de um Pelourinho no futuro.
Em seu entorno há vários passeios, sobretudo os de trekking, porém, como não ia morrer caminhando, deixei para fazê-los somente em Cusco, em caminho à Machu Picchu - objetivo central de todo esse desenrolar. A noite arequipeña tem uma invenção diabólica que são "drinks 3x10", ou seja, 3 drinks por 10 soles (3 doses de whiskey ou vodka ou cerveja ou cuba libre etc), pagando a ninharia de US$1/bebida. O turista faz um estrago imenso com míseros R$20,00. Além de bebida, seu centro também tem uma concentração enorme de bons restaurantes e a excelente preço (em dólar). Uma refeição em um dos mais reputados restaurantes locais, saiu por US$20. El Turko chama-se. Sugestão para uma próxima ida.
A chegada à Arequipa foi reconfortante e tranqüila. O reconfortante foi primeiramente por saber que estaria em um dos pontos altos do turismo no Peru e, depois, por ter passado umas das experiências mais friorentas da minha vida até então: viagem noturna em ônibus pelos Andes.
Acreditei na propaganda que dizia "Coches con calefacción" (ônibus com aquecimento) e me dei muito mal. Saindo de Puno às 22h para uma viagem de 6h onde fatalmente iríamos enfrentar a congelante madrugada do altiplano peruano mas em um ônibus com aquecimento. Na teoria. Deixei meus casacos pesados no porão e subi com um abrigo leve. Após meia-noite, o frio baixou de vez e graças a Deus uma senhora vestida tipicamente (e muita gente anda assim sempre, como falei) cedeu parte do seu fétido porém aconchegante cobertor. Foi a minha salvação.
Mas falando em Arequipa, ela foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO. O que isso quer dizer? A fim de exemplo, o Pelourinho, Ouro Preto, Brasília e Olinda, dentre outros, levam o mesmo título. Fazendo jus à reputação, ela tem um centro histórico bem organizado, limpo e seguro. Seria a minha sugestão de um Pelourinho no futuro.
Em seu entorno há vários passeios, sobretudo os de trekking, porém, como não ia morrer caminhando, deixei para fazê-los somente em Cusco, em caminho à Machu Picchu - objetivo central de todo esse desenrolar. A noite arequipeña tem uma invenção diabólica que são "drinks 3x10", ou seja, 3 drinks por 10 soles (3 doses de whiskey ou vodka ou cerveja ou cuba libre etc), pagando a ninharia de US$1/bebida. O turista faz um estrago imenso com míseros R$20,00. Além de bebida, seu centro também tem uma concentração enorme de bons restaurantes e a excelente preço (em dólar). Uma refeição em um dos mais reputados restaurantes locais, saiu por US$20. El Turko chama-se. Sugestão para uma próxima ida.
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