Corri sério risco de ter que parar meu passeio em Arequipa, afinal mais uma greve impediria o trajeto na rodovia Arequipa-Cusco. Esses movimentos sociais, como é de conhecimento de todos, são bastante fortes nos países andinos e por vezes uma maneira de conseguir atenção para o que querem é atrapalhando os turistas - grande fonte de renda para tanto Bolívia quanto Peru. O que eles fazem, que fique claro, é incômodo, porém nunca perigoso. Quebra-quebra, bombas de gás, polícia de choque e afins só passam na televisão. A maioria dos manifestantes são campesinos pobres, doentes e sem dentes.
Novamente fiz um trajeto noturno em ônibus, porém me precavi com todo aparato de frio e as oito horas em ônibus pareceram uma noite bem dormida. A propósito, para quem quer economizar em viagens é super importante planejar viagens noturnas (considerando também a segurança) pois não se perde tempo viajando de dia (se esse for um problema) e economiza-se a diária de albergue (sim, imagino que isso sempre será um problema).
O bom de lá, assim como Arequipa são os restaurantes, bares e baladas - afinal possivelmente ou você virá de uma Bolívia carente disso ou de uma trilha meio punk - e muitas pessoas descansam antes ou depois de irem à Machu Picchu. Dessa forma, a cidade está sempre cheia e o turismo é sua principal fonte de renda.
Há ali, ao redor da praça (região mais movimentada da cidade), diversas igrejas, palácios e prédios de arquitetura europeizada (naõ sei bem definir aquele estilo), mas que rendem belas fotos e caminhadas. Minha situação ali foi meio similar a de muitos que por ali passavam - estar em trânsito, mas ainda assim a cidade é bela e agradável. Passei quatro dias ali, me diverti muitíssimo, comprei repelente, gel para higienização de mãos, aluguei mais um saco de dormir (caso vá fazer a trilha é importante um que proteja bem do frio), pílulas para purificar água, biscoito, chocolate, barrinha de cereal, miojo e todo um arsenal para adentrar o mato só saindo quatro dias depois na mística Machu Picchu.
Cusco para muitos é mero entroposto até o Santuário Inca, entretanto ela também tem muito a oferecer caso haja tempo e disposição.
Novamente fiz um trajeto noturno em ônibus, porém me precavi com todo aparato de frio e as oito horas em ônibus pareceram uma noite bem dormida. A propósito, para quem quer economizar em viagens é super importante planejar viagens noturnas (considerando também a segurança) pois não se perde tempo viajando de dia (se esse for um problema) e economiza-se a diária de albergue (sim, imagino que isso sempre será um problema).
O bom de lá, assim como Arequipa são os restaurantes, bares e baladas - afinal possivelmente ou você virá de uma Bolívia carente disso ou de uma trilha meio punk - e muitas pessoas descansam antes ou depois de irem à Machu Picchu. Dessa forma, a cidade está sempre cheia e o turismo é sua principal fonte de renda.
Há ali, ao redor da praça (região mais movimentada da cidade), diversas igrejas, palácios e prédios de arquitetura europeizada (naõ sei bem definir aquele estilo), mas que rendem belas fotos e caminhadas. Minha situação ali foi meio similar a de muitos que por ali passavam - estar em trânsito, mas ainda assim a cidade é bela e agradável. Passei quatro dias ali, me diverti muitíssimo, comprei repelente, gel para higienização de mãos, aluguei mais um saco de dormir (caso vá fazer a trilha é importante um que proteja bem do frio), pílulas para purificar água, biscoito, chocolate, barrinha de cereal, miojo e todo um arsenal para adentrar o mato só saindo quatro dias depois na mística Machu Picchu.
Cusco para muitos é mero entroposto até o Santuário Inca, entretanto ela também tem muito a oferecer caso haja tempo e disposição.
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