Para mim, existem destinos que por si só equivalem a toda uma categoria. Por exemplo, meu referencial de praia, até hoje, são as do nordeste. Sobretudo, algumas como Itacaré, Pipa, Morro de São Paulo, do Francês, dentre outras. Existem, óbvio, praias legais em outros países e partes do país, contudo meu referencial segue sendo o nordeste brasileiro.
Da mesma maneira funciona com construções coloniais. Após passar por locais como Pelourinho, Parati e Ouro Preto, por exemplo, o que mais de colonial pode interessar? Estaria sendo restritivo? Talvez, mas a realidade é que não se pode ver nem fazer de tudo. A verdade é que meu olhar turístico, muito inferior ao técnico, reputa tudo que for colonial baseado em um parâmetro que tenho pré-estabelecido assim como todas as praias segundo um preconceito.
Por exemplo, eu não agüento mais entrar em igreja. Só aqui na Bahia já estive em dezenas e assim também tem sido em todo nordeste, Brasil, América do Sul, Europa (logicamente) e onde quer que andei. Fatalmente, desenvolvi um preconceito gigantesco em relação a visitar igrejas. Talvez seja esse meu olhar turístico, mas hoje dou uma passadinha por fora, às vezes entro e pronto.Imagino que ao chegar a Ásia e Leste Europeu aí sim as construções religiosas possam me interessar mais, até o momento, entretanto, sigo com meu preconceito pautado em diversas visitas que renderam mais ou menos a mesma coisa.
Concluída a introdução (que infelizmente tomou um texto todo), pretendia falar de Arequipa cidade que é patrimônio histórico da humanidade e mundialmente conhecida pelo seu centro colonial (agradável surpresa pois parece um Pelourinho bastante moderno, limpo e cosmopolita).
Fica para o próximo texto, porém imagino que o tema preconceitos com relação a pontos turísticos pode ser mais bem explorado.
A América do Sul, no geral, excetuando Argentina e Chile, é vista com certo preconceito por nós brasileiros. Para mim, é bem mais comum ouvir gente (inclusive na família) que já foi a Europa n vezes, mas nunca a um destino sul-americano. A isso, infelizmente, atribuo o preconceito, o mesmo que em muitos pontos sou consciente de ter e que em tantos outros insisto em não abrir mão.
Viajar pela América do Sul é um bom negócio: é divertido, seguro, bastante cultural e sobretudo barato.
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Da mesma maneira funciona com construções coloniais. Após passar por locais como Pelourinho, Parati e Ouro Preto, por exemplo, o que mais de colonial pode interessar? Estaria sendo restritivo? Talvez, mas a realidade é que não se pode ver nem fazer de tudo. A verdade é que meu olhar turístico, muito inferior ao técnico, reputa tudo que for colonial baseado em um parâmetro que tenho pré-estabelecido assim como todas as praias segundo um preconceito.
Por exemplo, eu não agüento mais entrar em igreja. Só aqui na Bahia já estive em dezenas e assim também tem sido em todo nordeste, Brasil, América do Sul, Europa (logicamente) e onde quer que andei. Fatalmente, desenvolvi um preconceito gigantesco em relação a visitar igrejas. Talvez seja esse meu olhar turístico, mas hoje dou uma passadinha por fora, às vezes entro e pronto.Imagino que ao chegar a Ásia e Leste Europeu aí sim as construções religiosas possam me interessar mais, até o momento, entretanto, sigo com meu preconceito pautado em diversas visitas que renderam mais ou menos a mesma coisa.
Concluída a introdução (que infelizmente tomou um texto todo), pretendia falar de Arequipa cidade que é patrimônio histórico da humanidade e mundialmente conhecida pelo seu centro colonial (agradável surpresa pois parece um Pelourinho bastante moderno, limpo e cosmopolita).
Fica para o próximo texto, porém imagino que o tema preconceitos com relação a pontos turísticos pode ser mais bem explorado.
A América do Sul, no geral, excetuando Argentina e Chile, é vista com certo preconceito por nós brasileiros. Para mim, é bem mais comum ouvir gente (inclusive na família) que já foi a Europa n vezes, mas nunca a um destino sul-americano. A isso, infelizmente, atribuo o preconceito, o mesmo que em muitos pontos sou consciente de ter e que em tantos outros insisto em não abrir mão.
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