Assim que entrei na natação a nutricionista mandou cuidar da ingestão calórica. Ora, se fosse bom ela não estaria me avisando previamente, foi o que pensei. E não era que a infeliz tava certa? Já saio da piscina com uma fome absurda e às vezes não é fácil manter uma linha nutricional após nadar 2000m.
Foi o que ocorreu hoje. Já saí d'água com uma fome das arábias. No caminho de casa havia Burger King, Habib's, Mc Donald's, acarajés e todo tipo de veneno fast-food. Resisti bravamente, cheguei em casa e comi uma maçã. Naturalmente uma maçã não dá nem pra saída, logo comi um iogurte e por último três morangos. Foi então quando comecei a pensar em retomar um texto que iria concluir aqui. Sentei na cadeira e lembrei de uma caixinha de couscous que ainda estava aberta na geladeira: aí começou meu martírio.
A cada digitada eu só pensava no cuscuz (ou couscous) que, convém ressaltar, nem é essas comidas todas, mas pra quem tá com fome né? Foi aí então que minuciosamente minha mente começou a trabalhar contra mim mesmo: passei a avaliar os prós e contras de comer o primo do fuba e finalmente cheguei a conclusão que se eu tivesse parado no Mc Donald's teria sido muito pior. Pronto, estava dada a ordem para comer o cuscuz como se fosse a mais fina das iguarias.
O preparo seguiu o passo-a-passo que já coloquei aqui (massa de couscous marroquino, caldo de galinha ou carne, cinco minutos de fogo) e além disso fritei dois ovos com azeite. Enquanto comia, também tentando aplacar a consciência, pensei que poderia ter colocado itens bem mais engordativos (se houvesse na geladeira também né?) e assim minha mente aceitou passivamente o prato de couscous com ovos na medida em que cada colherada (sim, eu como como pedreiro) descia goela abaixo.
Ah, se os males do mundo fossem simples assim. Em meu caso, um prato de cuscuz resolve.
Foi o que ocorreu hoje. Já saí d'água com uma fome das arábias. No caminho de casa havia Burger King, Habib's, Mc Donald's, acarajés e todo tipo de veneno fast-food. Resisti bravamente, cheguei em casa e comi uma maçã. Naturalmente uma maçã não dá nem pra saída, logo comi um iogurte e por último três morangos. Foi então quando comecei a pensar em retomar um texto que iria concluir aqui. Sentei na cadeira e lembrei de uma caixinha de couscous que ainda estava aberta na geladeira: aí começou meu martírio.
A cada digitada eu só pensava no cuscuz (ou couscous) que, convém ressaltar, nem é essas comidas todas, mas pra quem tá com fome né? Foi aí então que minuciosamente minha mente começou a trabalhar contra mim mesmo: passei a avaliar os prós e contras de comer o primo do fuba e finalmente cheguei a conclusão que se eu tivesse parado no Mc Donald's teria sido muito pior. Pronto, estava dada a ordem para comer o cuscuz como se fosse a mais fina das iguarias.
O preparo seguiu o passo-a-passo que já coloquei aqui (massa de couscous marroquino, caldo de galinha ou carne, cinco minutos de fogo) e além disso fritei dois ovos com azeite. Enquanto comia, também tentando aplacar a consciência, pensei que poderia ter colocado itens bem mais engordativos (se houvesse na geladeira também né?) e assim minha mente aceitou passivamente o prato de couscous com ovos na medida em que cada colherada (sim, eu como como pedreiro) descia goela abaixo.
Ah, se os males do mundo fossem simples assim. Em meu caso, um prato de cuscuz resolve.
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