Sou refratário a filmes americanos assim como disse em um dos posts abaixo. Unicamente porque, com raras exceções, seus filmes são sem roteiro e totalmente comerciais. Bem, dois pontos altamente subjetivos.
Domingo assisti ´Eu, robô´e ele não passa de uma propaganda de 120 minutos na qual eu consumidor pago para ser bombardeado por marcas e situações que unicamente me induzem a pensar que Audi é um carro moderno e resistente; All Star é o tênis dos policiais fortes, viris e eficientes; Fedex (de novo!) é a marca que não importa como, sempre levará a encomenda que quero onde quero na hora combinada (mesmo que mande um robô) e por último que JVC é a marca de imagem e dados, e não Sony. Explico.
Alguns podem achar que sou partidário da Teoria da Conspiração, corrente ideológica que se acha sempre vítima de uma conspiração, mas durante todo o filme um robô COINCIDENTEMENTE chamado Sonny acaba fugindo de uma das regras que é a de que as máquinas não podem ter sentimentos, ou seja, ele é um aparelho defeituoso. Tudo isso em contraposição, ao aparelho de som JVC que não é um modelo de 2035 (época do filme), mas um dos dias atuais que obviamente funciona perfeitamente. Será tudo isso somente coincidência? Com quais valores querem me comercializar o entretenimento pelo qual pago caro? Em se tratando de um embate de marcas de imagem, por que tudo no filme gira em torno de imagens, projeções, resumindo áudio e vídeo? Em 2035 não haverá nada físico? Somente som e imagem? Ah, empurra goela abaixo que eu gosto...
Filmes que são marketing puro não são novidade. Posso falar de uma dezena de filmes que exploram a Nova Iorque pós 11 de setembro. Em todos eles NYC é segura, limpa e ensolarada. Spiderman I e II, Maid in Manhattan, Efeito Borboleta, Eu Robô. Esses me vêm a cabeça agora enquanto escrevo, porém a lista é enorme. Também lançado em 2001 tem Náufrago com Tom Hanks. A única coisa que entendo dali é que se eu mandar Fedex minha encomenda chega de qualquer maneira, a mesma mensagem que tentam passar na película que vi ontem.
Uma pena que a sétima arte esteja sendo tão banalizada por Hollywood. Não estou sendo preconceituoso com o cinema americano. Preconceito, qualquer opinião ou sentimento, quer favorável quer desfavorável, concebido sem exame crítico, segundo Houaiss, requer a falta de exame crítico, porém esse filme só fez reforçar o já propalado nome para as produções de lá: enlatados...
Domingo assisti ´Eu, robô´e ele não passa de uma propaganda de 120 minutos na qual eu consumidor pago para ser bombardeado por marcas e situações que unicamente me induzem a pensar que Audi é um carro moderno e resistente; All Star é o tênis dos policiais fortes, viris e eficientes; Fedex (de novo!) é a marca que não importa como, sempre levará a encomenda que quero onde quero na hora combinada (mesmo que mande um robô) e por último que JVC é a marca de imagem e dados, e não Sony. Explico.
Alguns podem achar que sou partidário da Teoria da Conspiração, corrente ideológica que se acha sempre vítima de uma conspiração, mas durante todo o filme um robô COINCIDENTEMENTE chamado Sonny acaba fugindo de uma das regras que é a de que as máquinas não podem ter sentimentos, ou seja, ele é um aparelho defeituoso. Tudo isso em contraposição, ao aparelho de som JVC que não é um modelo de 2035 (época do filme), mas um dos dias atuais que obviamente funciona perfeitamente. Será tudo isso somente coincidência? Com quais valores querem me comercializar o entretenimento pelo qual pago caro? Em se tratando de um embate de marcas de imagem, por que tudo no filme gira em torno de imagens, projeções, resumindo áudio e vídeo? Em 2035 não haverá nada físico? Somente som e imagem? Ah, empurra goela abaixo que eu gosto...
Filmes que são marketing puro não são novidade. Posso falar de uma dezena de filmes que exploram a Nova Iorque pós 11 de setembro. Em todos eles NYC é segura, limpa e ensolarada. Spiderman I e II, Maid in Manhattan, Efeito Borboleta, Eu Robô. Esses me vêm a cabeça agora enquanto escrevo, porém a lista é enorme. Também lançado em 2001 tem Náufrago com Tom Hanks. A única coisa que entendo dali é que se eu mandar Fedex minha encomenda chega de qualquer maneira, a mesma mensagem que tentam passar na película que vi ontem.
Uma pena que a sétima arte esteja sendo tão banalizada por Hollywood. Não estou sendo preconceituoso com o cinema americano. Preconceito, qualquer opinião ou sentimento, quer favorável quer desfavorável, concebido sem exame crítico, segundo Houaiss, requer a falta de exame crítico, porém esse filme só fez reforçar o já propalado nome para as produções de lá: enlatados...
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