Ontem fui ao cinema assistir Colateral (www.collateral-themovie.com). O filme trata de um matador contratado que toma um táxi em Los Angeles para em uma noite cumprir sua meta de matar cinco testemunhas que irão depor contra um de seus clientes na manhã seguinte.
A princípio gostaria de dizer que o filme vale a pena ser visto, diferente de uns que vi nas últimas semanas como Ken Park e Eu Robô. Porém alguns pontos necessitam ser ressaltados para melhor contextualizar a produção.
Há que se dizer que o diretor senão copiou pelo menos inspirou-se em alguns pontos de Dia de Treinamento com Denzel Washington, a começar da cidade de Los Angeles, da relação bem X mal colocadas sobre dois personagens e o interessantíssimo drama de consciência que há em ambos filmes. O motorista de táxi, obviamente, passa toda a película tentando se desvencilhar do matador, porém cada vez mais ele se compromete afinal em última análise ele é cúmplice. O diretor fez bem em envolver o espectador na trama. Eu, pelo menos, me perguntei diversas vezes o que faria se tivesse na posição de Max, o taxista.
A atuação de Tom Cruise mostra que ele pode ir desde O Último Samurai a filmes como esse, além de claro fazer o gênero Missão Impossível, produção cuja gravação iria coincidir com Colateral porém a pedido do ator foi modificada para que pudesse atuar no dois.
Uma pena é que a certa altura o filme passa de uma trama psicológica para uma vertente mais Jackie Chan (Hora do Rush I e II) de fazer filmes. A ação e a velocidade das imagens ofusca toda a trama que havia sido enredada e no fim senti aquele gosto de fórmula gasta de sessão da tarde. Colateral caminha bem estruturado até quase o fim quando começam os carros voando, perseguições em metrôs e todo aquele conhecido blá blá blá.
Nas minhas resenhas sobre filmes geralmente sou um pouco ácido com as produções hollywodianas e não americanas. Por Hollywood entenda-se filmes feitos para vender, levar multidões às salas e nada mais. Seria como se comparássemos Kelly Key a algum grande artista da MPB, muito embora KK também possa produzir coisas de melhor nível.
A princípio gostaria de dizer que o filme vale a pena ser visto, diferente de uns que vi nas últimas semanas como Ken Park e Eu Robô. Porém alguns pontos necessitam ser ressaltados para melhor contextualizar a produção.
Há que se dizer que o diretor senão copiou pelo menos inspirou-se em alguns pontos de Dia de Treinamento com Denzel Washington, a começar da cidade de Los Angeles, da relação bem X mal colocadas sobre dois personagens e o interessantíssimo drama de consciência que há em ambos filmes. O motorista de táxi, obviamente, passa toda a película tentando se desvencilhar do matador, porém cada vez mais ele se compromete afinal em última análise ele é cúmplice. O diretor fez bem em envolver o espectador na trama. Eu, pelo menos, me perguntei diversas vezes o que faria se tivesse na posição de Max, o taxista.
A atuação de Tom Cruise mostra que ele pode ir desde O Último Samurai a filmes como esse, além de claro fazer o gênero Missão Impossível, produção cuja gravação iria coincidir com Colateral porém a pedido do ator foi modificada para que pudesse atuar no dois.
Uma pena é que a certa altura o filme passa de uma trama psicológica para uma vertente mais Jackie Chan (Hora do Rush I e II) de fazer filmes. A ação e a velocidade das imagens ofusca toda a trama que havia sido enredada e no fim senti aquele gosto de fórmula gasta de sessão da tarde. Colateral caminha bem estruturado até quase o fim quando começam os carros voando, perseguições em metrôs e todo aquele conhecido blá blá blá.
Nas minhas resenhas sobre filmes geralmente sou um pouco ácido com as produções hollywodianas e não americanas. Por Hollywood entenda-se filmes feitos para vender, levar multidões às salas e nada mais. Seria como se comparássemos Kelly Key a algum grande artista da MPB, muito embora KK também possa produzir coisas de melhor nível.
No comments:
Post a Comment