Thursday, January 10, 2008

É 2008

Meu último post, o sobre preços, foi escrito em meio a uma correria enorme de fim-de-ano e preparativos pré-férias. Acho que o tema deveria ser melhor explorado, entretanto já estou escrevendo uma série de artigos as quais eu dei o título de "imbecilidades do consumo". O rótulo talvez seja grosseiro demais, porém em falta de palavra mais apropriada vai a que vem primeiro à cabeça.

A respeito desse ano que há pouco iniciou-se, ainda em seu primeiro dia, tive grande satisfação ao ler o texto do meu amigo Flavinho Piúba. Ao lado está o link para o seu Palavras de Botequim, porém se preguiça for seu problema, clique abaixo e leia um de seus melhores textos - http://palavrasdebotequim.blogspot.com/2007/12/o-que-vai-nem-sempre-volta_9882.html.

Em viradas de ano evito cair no antigo costume de me prometer coisas que não irei fazer. É simples. Se eu não me coloco as mesmas metas nas outras 364 noites, por que deveria ser diferente a cada 31 de dezembro? Isso não quer dizer, logicamente, que entro 2008 sem almejar nada de especial. Entretanto, não sei se em mecanismo de auto-defesa ou pura preguiça, só pensei , até agora, nas duas viagens que estão planejadas para esse ano (fevereiro e junho). A princípio Venezuela e Colômbia em fevereiro (sobretudo para mergulhar) e a outra ainda a resolver.

Falando em Venezuela, pretendo dedicar-me mais ao mergulho ao longo desse ano. Tirei minhas duas certificações nos últimos tempos e desde o ano passado tenho tentado encaixar mais mergulhos na minha rotina. Ultimamente, tive o prazer de mergulhar em Cozumel e em Cayman, algo "diversão estilo pinto em beira de cerca".

Pretendo também escrever mais aqui no blog. Ao longo de 2007 foram aproximadamente 80 postagens. Desde já, comprometo-me a escrever ao menos 100 - quase duas por semanas. De antemão, só as de viagem - e nelas trato de ter um olhar mais crítico e investigativo ainda - contarão por ao menos 30 dessas todas.

Mais uma vez, e tem sido sempre assim, encaro o novo ano com serenidade. Naturalmente irei ter alegrias imensas e, por outro lado, vou querer mandar meio mundo praqueles lugares os quais não convém citar em um texto polido como o meu. Ainda bem que você entendeu. É sempre assim, o mal que nos ocorre é importante para sabermos como o bom é realmente o que interessa.

Ao longo desse ano, e falando de atitudes corriqueiras, irei cumprimentar mais pessoas, dar gorjetas, tomar vinho, mergulhar, perguntar a opinião dos outros, dormir menos, participar de outras provas de corrida de rua, preocupar-me bem menos (estou muito muito perto de ter preocupação zero, já já chego lá), operar bolsa, ler sobre tudo no mundo (comecei lendo um sobre mercado financeiro), enfim, vou fazer praticamente o que já venho fazendo, logo, não precisaria citar.

Um feliz 2008 para quem passa por aqui. Saiba que sua companhia é um tremendo combustível para minha escrita e razão de grande parte de minhas reflexões.